UMBANDA POPULAR Y UMBANDA ESOTERICA

Hallamos dos ramas de la Umbanda, una popular que tendría su lanzamiento con el hermano Zelio en el año 1908 y otra esotérica que toma una visión de Umbanda como resurgimiento de religiones ancestrales orientales, cada una tienen bases iguales y están conformadas estructuralmente con 7 líneas con sus respectivos jefes de falanges o sea, espíritus responsables por cada una de las líneas.

LINEAS DE UMBANDA POPULAR

1-línea de Oxala o santo

2-línea de Iemanja

3-línea de Oriente

4-línea de Oxosi

5-línea de Xango

6-línea de Ogun

7-línea de África

LINEAS DE UMBANDA ESOTERICA

1-línea de Oxala o santo

2-línea de Iemanja

3-línea de Iori

4-línea de Oxosi

5-línea de Xango

6-línea de Ogun

7-línea de Iorima

Umbanda Ritualistica

En el año 1908, cuando la Umbanda dio sus primeros pasos como religión, de la mano del hermano Zelio y del Caboclo de las siete encrucijadas, quedo claramente establecido que la Umbanda está estructurada en siete líneas y organizada en falanges o pueblos que componen cada línea.

Esta estructura dio lugar a los sacramentos y mandamientos.

Mandamientos de la ley de DIOS

1) Amar a Dios sobre todas las cosas

2) No tomar su santo nombre en vano

3) Descansar en el séptimo día

4) Honrar al padre y a la madre

5) No matar

6) No cometer adulterio

7) No hurtar

8) No levantar falso testimonio sobre el prójimo

9) No desear la mujer del prójimo

10) No codiciar las cosas del prójimo

Mandamientos de Umbanda

1) Asistir a los trabajos de Umbanda con respeto

2) Cumplir las obligaciones anuales en la ley del Orixa

3) Socorrer a los que sufren

4) Ayunar y abstenerse de alcohol y carne cuando lo manda la ley de Umbanda

5) Ayudar al trabajador

6) Estudiar y observar la ley de Umbanda

7) Practicar la ley de Umbanda según las instrucciones de los guías y con el corazón limpio

De olhos fechados

De olhos fechados
Sentado ali em frente ao seu congá, o velho Pai de Santo relembra com surpreendente nitidez a sua infância e seu primeiro contato com a espiritualidade. Nitidamente ele se vê na tenra infância a brincar sozinho no amplo quintal da casa de seus pais. Lembra-se que alguma coisa o fez olhar para as nuvens e que diante dele uma estranha imagem se formou; um velho sentado ao redor de uma fogueira e um menino a ouvir-lhe as histórias, De alguma forma, o menino ao ver aquela cena, sabia que se tratava dele mesmo.

O tempo passou e a cena jamais foi esquecida e também jamais revelada, o acompanha em sonhos e lembranças. Cresce e acaba por se tornar um médium umbandista.

Aos poucos vai conhecendo seus guias que vão tomando seu corpo nas diversas "giras de desenvolvimento". Primeiro o Caboclo, que lhe parece muito grande e forte; depois os demais até que ao completar 18 anos, o seu Exú também recebe permissão para incorporar.

Já não é mais médium de gira. A bem da verdade, ocupa o cargo de Pai Pequeno de Terreiro. Percebe que não tivera uma adolescência com a da maioria dos jovens que lhe cercam na escola. Não vai a bailes, festas ....

Dedica-se com uma curiosidade e um amor cada vez maior à prática dacaridade. Os anos passam e ele acaba por abrir seu próprio terreiro. Inúmeras pessoas procuram seus guias e recebem sempre um lenitivo, uma palavra de consolo, uma esperança. Foram tantos os pedidos e os trabalhos realizados que já perdera a conta. Viu inúmeras pessoas que declaravam amor eterno pela Umbanda se afastarem, criticando o que ontem lhes era sagrado, porque alguns de seus pedidos, não haviam sido alcançados na plenitude desejada.

Presenciou pessoas que vindas de outras religiões, encontravam a paz dentro do terreiro. Este, era mantido a duras penas já que nada cobrava pelos trabalhos realizados. "Daí de graça, o que de graça recebestes".

Solteiro, permanecia até hoje pois embora tivesse muitas mulheres que lhe foram caras, nenhuma delas suportou ficar a seu lado. Para ele, a vida sacerdotal se impunha a qualquer outro tipo de relacionamento.Mesmo assim, amava todas aquelas que lhe fizeram companhia em sua jornada terrena.

Brincava o velho Pai de Santo quando lhe perguntavam se era casado.... Respondia bem humorado que se casara muito cedo, ainda menino. A curiosidade dos interlocutores quanto ao nome de sua mulher era satisfeita com uma só palavra: Umbanda. Este era nome de sua mulher.

Com o passar do tempo a idade foi chegando. Muitos de seus Filhos de Fé seguiram seus destinos, vindo eles próprios, a abrir suas casas de caridade. O peso da idade não o impede de receber suas entidades e ainda ecoa pelo velho e querido terreiro o brado de seu Caboclo; o cachimbo doPreto Velho ainda perfuma o ambiente, a gargalhada do Exú ainda impressiona, a alegria do Erê emociona a ele e a todos... Enfim, sente-se útil ao trabalhar.

Hoje não tem gira, o terreiro está limpo, as velas estão acesas e tudo parece normal. Resolve adentrar ao terreiro para passar o tempo. Perdera a noção da horas. Apura os ouvidos e sente passos ao seu redor. Percebe que alguém puxa os pontos e o atabaque toca. Ele está de frente para o congá. O cheiro da defumação invade suas narinas.... Seus olhos se enchem de lágrimas na mesma proporção que seu coração se enche de alegria. Estranhamente não sente coragem ou vontade de olhar para traz.... apenas canta junto os pontos. Fixa as imagens do altar, fecha os olhos e ainda assim vê nitidamente o congá. Parece que percebe o movimento do terreiro aumentar e vira de costas para o congá e a cena o surpreende: Vê Caboclos, boiadeiros,pretos velhos, marujos, baianos, erês e toda uma gama de Guias. Até os Exús e Pombas Giras estão ali na porteira. Se dá conta que os vê como são - não estão incorporados, todos lhe sorriem amavelmente.

Dentre tantos Guias percebe aqueles que incorporam nele desde criança. Tenta bater cabeça em homenagem a eles, mas é impedido. O Caboclo, seu Guia de frente se adianta e lhe abraça, brada seu grito guerreiro, sendo acompanhado pelos demais. O Velho Pai de Santo não aguenta e chora emocionado. As lágrimas lhe turvam a vista. Ele fecha seus olhos e ao abri-los, todos os Guias permanecem em seus lugares, porém calados....

Nota uma luz brilhante em sua direção. Iansã e Omulú se aproximam. Seu Caboclo os saúda e é correspondido. A luz o envolve. Já não se sente velho, na verdade, sente-se jovem como nunca, seu corpo está leve e levita em direcção à luz. Todos os Guias lhe fazem reverência.

O terreiro vai ficando longe, envolto em luz...Sorri alegre. Missão cumprida.

No dia seguinte encontram seu corpo aos pés do congá. Parece que sorri....

Palabra de Zélio Fernandino de Moraes

"Feche os olhos para a casa de seus vizinhos,
feche a boca para não se virar contra quem quer que seja,
não julgue para não ser julgado,
pense em Deus que a paz encontrará em sua casa.”

El poder de las 7 hierbas de Umbanda

arruda

Arruda o Ruda :Es una de las hierbas más potente para luchar contra la envidia y el "mal de ojo". La ruda ya era conocida y utilizada en la antigua Grecia y Roma. Fue popularizada en Brasil por los esclavos en la época de la colonización. Cuando se coloca en un medio ambiente protege,y emiten vibraciones de entusiasmo y de prosperidad. Siempre tenemos que tener una ramita de ruda cerca de uno para alejar toda energía negativa.Y sin duda nunca puede faltar en nuestras seciones de Umbanda

G06_guine

Guiné: Es una hierba que en el ambiente crea un campo de fuerza de proteccion,bloqueando las energias megativas emitiendo bibraciones positivas
y optimistas.Atrae suerte,prosperidad y felicidad,creando una energia de bienestar en cualquier ambiente


alecrim

Alecrim: Es una hierba que fortalece y tonifica a las personas.
También es considerado un estimulante natural de gran alcance. Promueve y fortalece el espíritu y la vitalidad de la gente. Además del delicioso sabor que es como un condimento en la cocina italiana, cuando está expuesto a un ambiente, tiene la capacidad de traer la calma y la paz en el hogar.
comigo-ninguem-pode

Comigo-ninguém-pode
:Como su nombre lo indica es una hierba poderosa,que conbate todo trabajo de feticheria,atrae fuerzas positivas alejando todo lo malo.

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Espada de San Jorge:Por sus hojas en punta es asociadas al poder de "cortar" las energias negativas que afectan al ser humano,la envidia,y los trabajos negativos de magia,algunos disen que espanta a los malos espiritus,la hierba atrae coraje,felicidad y prosperidad




03manjericao1
Manjericao:Aparte de poseer un delicioso saber como condimento en la cocina Bahiana,cuando uno lo tiene en el ambiente en el que esta abitualmente tiene el poder de calmar trayendo paz al espiritu,alejando cualquier pensamiento negativos


apimenteira

Pimenteira: Esta planta combate las energias pesadas,y es una planta de vibraciones estimulantes,es afrodisiaca y tiene el don de atraer buenas energias para el amor...
Aparte es muy utilizado para trabajos abricanos





ORAÇÃO PARA OGUM




Ogum, meu Pai – Vencedor de demanda,
Poderoso guardião das Leis,
Chamá-lo de Pai é honra, esperança, é vida.
Vós sois meu aliado no combate às minhas inferioridades.
Mensageiro de Oxalá – Filho de OLORUN.
Senhor, Vós sois o domador dos sentimentos espúrios,
depurai com Vossa espada e lança,
Minha consciente e inconsciente baixeza de caráter.
Ogum, irmão, amigo e companheiro,
Continuai em Vossa ronda e na perseguição aos
defeitos que nos assaltam a cada instante.
Ogum, glorioso Orixá, reinai com Vossa falange
de milhões de guerreiros vermelhos e
mostrai por piedade o bom caminho
para o nosso coração, consciência e espírito.
Despedaçai, Ogum, os monstros que habitam nosso ser,
Expulsai-os da cidadela inferior.
Ogum, Senhor da noite e do dia
e de mãe de todas as horas boas e más,
livrai-nos da tentação e apontai o caminho
do nosso Eu.
Vencedor contigo, descasaremos
na paz e na Glória de OLORUN.
Ogumhiê Ogum


PRECE AO PODEROSO ORIXÁ OGUM

Pai, que minhas palavras e pensamentos cheguem até vós, em forma de prece, e que sejam ouvidas. Que esta prece corra mundo e universo, e chegue até os necessitados em forma de conforto para as suas dores. Que corra os quatro cantos da Terra e chegue aos ouvidos dos meus inimigos, em forma de brado de advertência de um filho de Ogum, que sou e nada temo, pois sei que a covardia não muda o destino. Ogum, padroeiro dos agricultores e lavradores, fazei com que minhas ações sejam sempre férteis como o trigo que cresce e alimenta a humanidade, nas suas ceias espirituais, para que todos saibam que sou teu filho. Ogum, senhor das estradas, fazei de mim um verdadeiro andarilho, que eu seja sempre um fiel caminheiro seguidor do teu exército, e que nas minhas caminhadas só haja vitórias. Que, mesmo quando aparentemente derrotado, eu seja um vitorioso, pois nós, os vossos filhos conhecemos a luta, como esta que travo agora, embora sabendo que é só o começo, mas tendo o Senhor como meu pai, minha vitória será certa. Ogum, meu grande pai e protetor, fazei com que o meu dia de amanhã seja tão bom como o de ontem e hoje, que minhas estradas sejam sempre abertas, que eu trabalhe para que no meu jardim só haja flores, que meus pensamentos sejam sempre bons e que aqueles que me procuram consigam sempre remédios para seus males. Ogum, vencedor de demandas, que todos aqueles que cruzarem a minha estrada, cruzem com o propósito de engrandecer cada vez mais a Ordem dos Cavaleiros de Ogum. Pai, daí luz aos meus inimigos, pois eles me perseguem porque vivem nas trevas, e na realidade só perseguem a luz que vós me destes. Senhor, livrai-me das pragas, das doenças, das pestes, dos olhos-grandes, da inveja, das mentiras e da vaidade que só leva a destruição. E que todos aqueles que ouvirem esta prece, e também aqueles que a tiverem em seu poder, estejam livres das maldades do mundo.
Ogum Iê
Saravá Ogum.

LAS 7 HORAS DE UMBANDA

Dentro de la línea de Umbanda, luego de bautizado el hijo de religión y habiendo entregado su cabeza al Orixa que corresponda, mediente el jogo de los Buzios, en la línea de Naciones, se realiza la primer Obligación de Umbanda que es llamada "Las siete horas de la Umbanda" o "Cruzamiento de Ley de las siete horas".La Obligación de las siete horas, está destinada a quienes están desarrollando su estado mediumnico que, queriendo iniciarse en el camino de la Umbanda para arribar al último grado que es el de "Jefe en Umbanda" o "Cacique"; realizará un retiro espiritual de 7 horas.-Las siete horas son porque se dedicará a la meditación y la misma es considerada de una hora por cada línea de Umbanda, en silencio o batiendo tambores con los puntos cantados de cada entidad que tenemos en la umbanda.Al comenzar se realiza la marca de los Coipanes, con las 7 Pembas (tizas) de diferentes colores menos de color negro y se le lava la cabeza al hijo de religion con amasí preparado con 7 hierbas diferentes.-Luego el tamborero tocara los diferentes puntos de Ogun y el hijo debera girar hasta que finalicen dichos puntos.- A continuación el hijo de religión deberá acostarse en una cama preparada con diferentes tipos de hierbas, se ponen velas alrededor y es alli donde meditara durante siete horas.-Finalizada la meditación, el tamborero, seguirá tocando el resto de los puntos, que faltan para la completar la gira de caboclo y finalmente ,si el hijo ha incorporado, se le hara riscar punto a la entidad, para que se identifique .-Al finalizar la obligación el Jefe de Umbanda puede indicar al hijo en obligación cuales son sus protectores y si el hijo ha incorporado la entidad deberá manifestar de donde viene y riscar el punto que le corresponda.Esta obligación es la primera, que todo iniciado en la Umbanda deberá pasar para luego continuar con los aprontamientos, el primero y el segundo que le dará el derecho a ser Cacique o Jefe de Umbanda.

Que Yemanjá limpe todas suas Mágoas
Que Oxúm te cubra com seu Manto de Amor
Que Xangô te livre das Injustiças do Mundo
Que Ogum te Proteja e te Encaminhe
Que Iansã te dê Clareza para separar o Joio do Trigo
Que Obaluaiê te dê sempre a Saúde
Que Ibeji te proporcione Alegrias Puras e Inocentes
Que Nanã lhe traga Sabedoria
Que Oxumarê provenha Fartura e Riquezas
Que Oxóssi lhe dê Conhecimento e Vida
E que Pai Oxalá te abençoe e lhe de Paz!

Que Assim Seja!

PRETOS VELHOS

Estas entidades fueron en su ultima reencarnación sacerdotisas, amazonas, guerreras, curanderas, Maes de Santos, etc
Estas Entidades espirituales trabajan en la Línea de las Almas, son diestros en el uso de las hierbas medicinales. Son profundos conocedores de la psiquis humana dando consultas profundas y serias en sus conclusiones trayendo alivio y confianza a los que los escuchan. Son hábiles de los trabajos mágicos. Los Pretos Velhos son espíritus de esclavos africanos (principalmente originarios de Congo, Angola; Cabinda y Guinea), que sobrevivieron a las penurias de la esclavitud, y después de desencarnar Zambí les dio licencia para volver a la tierra incorporados en sus médiums para cumplir con su misión espiritual.

Son los espíritus muy respetados dentro de la Umbanda.

Llevan una bolsita donde guardan sus elementos de trabajo. Las Pretas Velhas usan Saya (pollera) y blusas por lo general también de color blanco, delantal y pañuelos muy coloridos. Fuman cachimbo (pipa) o también tabaco o cigarros diversos, siendo de especial importancia el humo de estos pues es una de las formas de apartar los espíritus negativos, limpiando el ambiente de malas vibraciones y también es utilizado para la videncia de acuerdo a las figuras que se forman en el aire.

Son grandes conocedores de la "LEY PEMBA" que casi siempre están presentes
en sus trabajos.

Siempre actúan deshaciendo los trabajos más intrincados y elaborados para causar daño a las personas, tanto en su plano físico, como en el astral.
Actúan con gran intensidad en el plano mental del consultante para ayudarlo en sus problemas.


Otra de sus características es la humildad, y cuando ellos se manifiestan llegando en sus médiums lo hacen curvados hacia adelante siendo su danza realizada con movimientos muy sutiles y sin movimientos bruscos, mas bien con movimientos de los hombros y pasos muy cortitos pero seguros.

Su forma de saludar es golpeando el suelo con las manos.

El Pae Antonio fue el primer Preto Velho que se manifestó en Umbanda en el médium de Zelio Fernandino de Morais en la Tienda de nuestra Señora de la Piedad.

Así se abría esta maravillosa línea de Pretos Velhos, para nuestra querida religión, introduciendo el uso de cachimbos (pipas), guías y dulces.

El Preto Velho está ligado a la cultura religiosa Afro Brasilera en general y a la Umbanda de forma específica, por que dentro de la Religión Umbandista este termino identifica uno de los elementos que forman su liturgia, representa una "línea de trabajo", una "falange de espíritus", todo un grupo de mentores espirituales que se presentan como negros ancianos, ex-esclavos, conocedores de todo lo referente a los Orixá Africanos.

Son trabajadores espirituales, con características propias y colectivas, que valorizan el grupo estando en contra del ego personal, o sea son simplemente Pretos y Pretas, con mucha humildad la cual los caracteriza.

Muchas personas ligadas a la cultura religiosa Umbandista o de origen africana desconocen el valor de los "Pretos Velhos "dentro de las mismas, pero dentro de estas Línea, llegan haciéndose parar por pretos velhos verdaderos Maestro de muy alta vibración espiritual.

Preto es el color "negro" es raza, o sea hombre anciano de la raza negra que supo encontrar la libertad del alma por medio del espíritu, aunque su cuerpo estaba flagelado y prisionero de los blancos; por medio de la sabiduría venida de la madre África y el culto a los Orixá.

Solo ellos supieron pasar una vida de esclavitud con honra y nobleza con la humildad suficiente para hacerse llamar "Negros viejos" tal vez para que nunca olvidemos que en cualquier situación tenemos todavía oportunidad de evolucionar, cuando mas difíciles y adversas son las situaciones, tenemos más oportunidad de dar testimonio de nuestra fe.

El "Preto Velho" es un ícono de la Umbanda, resumiendo en si buena parte de la filosofía Umbandista.

Así, los espíritus desencarnados de ex-esclavos se identifican de muchos otros que no fueron esclavos, considerándose estas entidades "maestros del astral".

No existe la Umbanda buena y la Umbanda mala, existe si una única y exclusiva Umbanda que hace el "bien", caso contrario no es Umbanda, tal es el caso de los Pretos Velhos "que hacen el bien sin mirar a quien "ya que esta entidad trabaja solo para la caridad espiritual.

Son espíritus que se presentan de esta forma y que saben que en esencia no tienen raza ni color. A cada encarnación tenemos una experiencia diferente. Los pretos velhos traen consigo el misterio de la sabiduría anciana, puesto que no basta con tener la forma de un anciano, antes precisan ser espíritus elevados y reconocidos como hermanos más viejos en el camino evolutivo.


Cuando menos valor se da a la forma, más valor se da a los mensajes.
Cuando un Preto Velho se dirige a sus hijos lo hacen en un tono bajito, ya que hablan despacio.

En las culturas antiguas los "ancianos" era siempre respetados y escuchados como fuentes vivas de sabiduría y conocimientos ancestrales.

Hoy en día todavía observamos esas costumbres en las culturas indígenas.

Los espíritus Viejos Negros están cumpliendo una misión especifica ya que ellos tuviesen la posibilidad de elegir y eligieron llegar a Tierra como Maestros dentro del Umbanda, dándole los Espíritus del Alto Astral la licencia para tal objetivo, teniendo encuentra su gran sufrimiento y humildad.

Otras de las misiones ordenadas a los Pretos Velho fue apaciguar desde el astral y en los Terreiros a los espíritus sumamente agresivos de sus pares muertos en África, los miles de africanos, sacados brutalmente de su vida en las selvas africanas.

También dentro de la Línea de los Pretos Velhos, existen otro tipo de Guías llamados Vovo, Tío y Tía.

En primer lugar están aquellos que llegan como Vovo, estos son los espíritus de los hijos de los esclavos (Pretos Velhos) que vinieron desde el África, naciendo bajo el yugo de la esclavitud dentro del territorio brasilero.

Los espíritus que llegan como Tío y Tía son los espíritus de negros que nacieron después de la abolición de la esclavitud.

Otra característica es que los que se los denomina Vovo son mas viejos que a los que se los denomina Tios o Tias que hasta en algunos casos estos llegan derechos y no se sientan.

Si meditamos el tema de la Ley del Karma veremos que el sufrimiento que estos espíritus tuvieron durante la esclavitud, fue parte de una depuración masiva y apresurada, pues siendo llamados a participar dentro de las Líneas del Umbanda, debían cumplir primero con la depuración de su carga grosera astral, por lo tanto su misión se podría decir que fue mesiánica.

Por todo eso y mucho mas, el día 13 de Mayo, día de la libertad de los esclavos se los saluda: "Salve los Pretos Velhos! Salve las Pretas Velhas! Adore las Almas!











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Caboclo Ubirajara





Enquanto a Virgem Caminhava
Seu Ubirajara Acompanhava
Um Rosário ela Rezou e disse-lhe
Minhas Forças tu Terás
Tú Terás Peito de Aço
Tuas Flechas Vencerão!
Corte a Língua, Corte Demanda!
Aonde Ele Pisa não há Embaraço!
Ele é Ubirajara do Peito de Aço!

Salve Caboclo Ubirajara Peito de Aço

Ele É Um Caboclo Valente!
Seu Penacho É De Penas De Arara!
Ele Vem Pra Ajudar Seus Filhos
Que Confiam Em Seu Ubirajara!
Auê Auê Só Ele Passa
Por Onde Eu Não Passo!
Auê Auê Ubirajara Do Peito De Aço!

El uso del tabaco y el alcohol dentro de la Umbanda

El tabaco, es considerado una "Hierba de Poder", usada hace milenios por los pueblos indígenas, considerado sagrado con ancha utilización en sus trabajos de cura, en la pajelança y el xamanismo."Todo lo que es sagrado trae lo divino y las virtudes para nuestras vidas, siempre que profanamos algo sagrado atraemos el dolor y el vicio."Así el mismo tabaco que cura en su aspecto sagrado también vicia y trae el dolor cuando utilizado de forma profana. Industrializado en el formato de cigarrillo el tabaco trae además de la nicotina más de 4.250 otros agentes tóxicos, perjudicial la salud, siendo causante de varias enfermedades y el cáncer entre ellas. Resultado del uso profano...Algo muy parecido acontece con El Alcohol que como "Bebida de Poder" atrae fuerzas y poderes de las divinidades, también utilizado para curas. Dentro del concepto elemental, el tabaco es el vegetal que trae el elemento tierra y agua, cuando utilizado en el tabaco y defumación trae elemento aire y fuego. Resumiendo, el tabaco es una defumación direccionada, que trae además del vegetal, los cuatro elementos básicos (tierra, agua, aire y fuego) para trabajos de magia práctica.

El Soplo por sí solo trae efectos terapéuticos y espirituales muy valerosos y eficaces en los trabajos de cura y limpieza, que sumado al poder de las hierbas es potenciado muchas veces en resultados ampliamente vistos durante los trabajos de Umbanda. El Alcohol es del elemento agua, proviniendo de un vegetal (la caña), que se sostiene en la tierra, altamente volátil en el aire y considerado el "Fuego líquido", de fácil combustión. Tanto el Tabaco como el Alcohol son utilizados para desagregar energía negativa, quemar larvas y vestigios astrales, y en el caso del Alcohol para desinfectar y limpiar en el externo y en el interno ya que puede ser ingerido. Luego, las entidades de Umbanda no tienen vicio y ni encariño a estos elementos, no beben demás, solo algunos tragos y tampoco sacian sus vicios con el humo del tabaco .Algunos guías llegan a escupir en recipientes adecuados, la famosa "caixinha", que se queda a su lado para en este acto evitar al máximo la ingestión de la nicotina y de otros elementos que no interesan para el trabajo y muy de lo que vienen por la química industrial.

El Astral tiene muchos recursos para que evitemos el uso de cigarrillos industrializados en el Templo. En el reino vegetal, tenemos hierbas de varias propiedades, que cuando combinadas y activadas (quemadas) se hacen grandes conductores energéticos, descargadores, energizadores y equilibradores. Como por ejemplo: Puros para caboclos con las siguientes hierbas piladas: salvia, alfazema y caléndula, que puede ser enrollada en la paja, el mestizo acepta esta receta que es muy buena y funciona tanto cuanto un puro bueno y natural, sin la química. Para el preto velho realice el tabaco de pipa con salvia, romero, hoja de café y urucum.

Los Guías manipulan estas bebidas donde tenemos para ellas el nombre de "curiador" (la bebida correcta para cada línea de trabajos), siendo así:
• Caboclos beben cerveza o agua de coco; etc•
Preto Velho bebe café ,vino; etc•
Crianças beben guaraná y jugo de frutas, etc•
Bahianos beben agua de coco o batida de coco;•
Exu bebe la "marafo" (caña). Algunos beben whisky ,vino,etc•
Pomba-Gira bebe champagne o sidra.

Es imprescindible el "marafo" en el trabajo de Exu, pero no para beber en demasía. La bebida es usada para manipulación magística, es colocada en un punto riscado, en la tronqueira, lavan los instrumentos con ella, etc. En el caso de Exu, su vibración es más densa, por eso, se puede antes de la incorporación, pasar algo de caña en las manos y pies, para que el médium sienta su vibración al llegar, facilitando la conexión de la incorporación.


Abaré guaçú =cacique (medium pronto).

Abaré =medium desenvuelto.

Abaré mirim =medium en desenvolvimiento.

Aluá=bebida a base de maíz, azúcar, arroz, miel, cáscaras de frutas ácidas, etc.

Abatí =maíz colorado.

Amansa besta = preparado de miel con canela, con el fin de amainar kiumbas.

Amací= preparado de hiervas maceradas.

Cauím= bebida a base de jugos de frutas, miel y hiervas.

Coité =vaso de barro usado por los espíritus de Umbanda, a veces hecho con un coco.

Cachimbo =pipa.

Caxavera =prueba de liberación de Umbanda.

Cravo do defunto =clavel blanco.

Barravento= vértigo o éxtasis previo a la incorporación.

Cabana= tienda de Umbanda.

Canzuá= idem anterior.

Cruzamento= ceremonia ritual realizado con pemba, hiervas y bebidas con el fin de afirmar las entidades de ese hijo.

Eru=espiritu negativo.

Fechamento de corpo =ritual para aislar el cuerpo de una persona de espíritus perturbadores y energías negativas.

Figa = amuleto de protección hecho de madera con el dedo pulgar entre el dedo indice y el dedo mayor, usado para apartar la envidia.

Fumaça =humo.

Fumega =cigarrillo.

Fundanga = polvora.

Janaína =uno de los nombres de yemanja.

Juremá =bosque.

Mandinga =hechizo.

Palmas de oxala = hojas de palmera(símbolo de victoria).

Patuá =amuleto confeccionado de una bolsa de cuero o tela que en su interior contiene dijes, semillas, puntos, hiervas ,etc, con el fin de protección.

Quilombo =escondite de negros esclavos.

Senzala =alojamiento de esclavos.

Saravá =significa "gusto de verlo" y "hasta pronto".

Zambí =nombre del dios supremo.

"Cheguei, sou Quebra-Pedra, sou caboclo de Xangô

Cheguei, sou Quebra-Pedra, sou caboclo de Xangô

Tem vez que estou aqui, tem vez que não estou

Só venho quando pedem a Justiça de Xangô


Kaô, Kaô, Kaô

Sou Quebra-Pedra, sou guerreiro de Xangô

Kaô, Kaô, Kaô

Sou Quebra-Pedra, sou guerreiro de Xangô"



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Marinheiros (Em todo samba que faço, tem espaço eu ponho o mar...)




"Em todo samba que faço
Tem espaço, eu ponho o mar
Em todo samba que faço
Tem espaço, eu ponho o mar
Mãe Oxum, me dá licença
Que eu gosto de navegar
Em todo samba que faço
Tem espaço, eu ponho o mar

Marinheiro, ê, marinheiro, á
Marinheiro, ê
Sol vai se perder no mar

Tu te lembras da partida
Acenaste um pano branco
Mãos ao ar, fala contida
Choro preso em acalanto
Deste as costas pra areia
Não voltaste nunca mais
E hoje eu rezo pra Sereia
Devolver a minha paz

Marinheiro, ê, marinheiro, á
Marinheiro, ê
Sol vai se perder no mar

Mãe do mar viu sofrimento
Que carrego na cantiga
E estancou o movimento
De toda forma de vida

Avistei meu marinheiro
Nos braços de Iemanjá
Construí minha cidade
Todinha em volta do mar

Recado de Preta Velha



"Nêga véia pede licença zifio, pra trocá dois dedo de prosa com suncê.
Esta nêga não entende nada zifio e, ainda, tem muito o que aprender.
Nêga véia não entende como amar, pode significar privar os outros de viver.
Nêga véia não entende como pode ser feita a guerra para se conseguir a paz; e nem por que, com a paz verdadeira, os zifios nunca se satisfaz.
Tantos zifios cheios de vida e com medo de morrer, outros zifios tão longe da morte e com medo de viver.
Muitos zifios corajosos só para fazer o mal, outros zifios tão medrosos de realizar o bem.
Mas o que esta nêga véia menos entende é como os zifios pode tirar as vida dos outro e dizer que é em nome de Deus.
Como os zifios pode se achar melhor que os outros por que diz que tem Jesus no coração.
Os zifios tem que se comportar e agir como irmãos não por que pensam da mesma forma, moram no mesmo casuá ou partilham das mesmas idéias e ideais; os zifios tem que agir como irmãos tão somente porque são fios do mesmo pai que é Zambi.
E o mestre Jesus fiados, tem que estar no coração de suncês não para suncês achar que são melhor que os outros, mas sim para suncês serem melhores que suncês mesmos, para cada dia que passar suncês ser cada vez melhor que no dia que se passou: melhores em espírito e virtudes.
Estas lágrimas nos seus olhos zifio, pra nêga véia é um aprendizado.
Este choro ensina a nêga que suncê entendeu ela e que o mundo pode ser melhorado.
Esta nêga também chora zifio e roga a Zambi que as lição de Jesus suncês todos possam aprender, e que coloquem o aprendizado em prática para que possam crescer.
Todos juntos, neste divino pranto, irmanados lado a lado.
Pois todo o pranto que vem da alma zifio, também é sinal de aprendizado.
Saravá a Deus nosso pai!!!
Saravá a umbanda!!!
Saravá a linha dos pretos velhos!!!"


Fonte: http://espiritualistas.com.com/?p=650






Como comenzó todo???

La primera manifestación de Umbanda, con el registro histórico es el "Caboclo das Sete Encruzilhadas" fué en el medium Zelio Fernandino de Moraes,el 15 de noviembre de 1908. Así como la "Tienda Nuestra Señora de la Misericordia", fundada por Zelio es el primer templo de Umbanda registrado en Brasil. Por lo tanto los hechos que sucedieron no son de importancia fundamental para todos nosotros, como los eventos que afectaron profundamente el nacimiento de la Umbanda en el material . Zelio Fernandino de Moraes nació el 10 de abril de 1891, el Distrito de Neves, de São Gonçalo -. Río de Janeiro Fernandino Hijo de Joaquín Costa (oficial de la Marina) y Leonor de Moraes en 1908, a los 17 años. Zelio había completado el curso pre-requisito (escuela secundaria) y se prepara para entrar en la Escuela Naval, al igual que su padre fue cuando extraños sucesos comenzaron a ocurrir en su vida.  A veces se le veía a Zelio hablando en tonos suaves, con la la postura de un hombre viejo, con un acento diferente de su región, diciendo cosas aparentemente al azar llamar la atención de la familia, preocupada por la situación mental del niño que se estaba preparando para una carrera militar, lo que hace cada vez más frecuentes manifestaciones, Los medicos dijeron que mentalmente no tenia problemas,pero,sugirieron a la familia que lo remitirá a un sacerdote para que lo hisieran en un ritual de exorcismo, porque sospechaba que estaba poseído. Fue llamado otro pariente, un tío de Zelio, un sacerdote católico que realizó el exorcismo, dijo que debia deshacerse de la posible presencia de Satanás pero, no pudo resolver el problema. Algún tiempo después de Zelio fue tomada por una parálisis parcial, que los médicos no podían entender el origen de dicha enfermedad.
Un día Zelio se levantó de su cama y dijo, "mañana estaré curado" al día siguiente y comenzó a caminar como si nada hubiera sucedido. Ningún médico podía explicar cómo fue su recuperación. Su madre, doña Leonor Morales,lo llevó a un curandero llamado Zelio D. Cándida, una figura conocida en la región donde él vivió y que encarnaba el espíritu de un anciano negro llamado Tío Antonio.
Tío Antonio recibió al niño comenzo a curarlo con  oraciones pero le había dicho que el fenómeno de la mediumnidad lo estaba afectando y desidieron enviarlo a la recién fundada Federación Espírita de Niterói, São Gonçalo del distrito, cerca de donde la familia residía . La Federación era entonces presidida por el Sr. José de Sousa, jefe de un departamento de la marina. Zelio Fernandino Morales, a continuación, fue conducido a esta Federación el 15 de noviembre de 1908, en presencia del Sr. José de Sousa, fue invitado a sentarse a la mesa poco después se levantó, contrario a las normas del culto establecido por la institución declarando que había perdido una flor. Entró en el jardín y tomó una rosa blanca, la puso sobre la mesa donde se realizaba el trabajo desconsertando a todos los presentes.
El Sr. José de Sousa, quien también tuvo la visión y verificó la presencia de un espíritu que manifestaba a través de Zelio y comento: Lo que ustedes ven en mí, son restos de una existencia anterior. Dijo ser  un sacerdote, de nombre Gabriel Malagrida, acusado de brujería y fue sacrificado en la hoguera de la Inquisición por haber proporcionado el terremoto que destruyó Lisboa en 1755. Pero en su última existencia física Dios le concedió el privilegio de haber nacido como un compañero brasileño al preguntarsele su nombre el espiritu dijo ser  el Caboclo das Sete Encruzilhadas y que para el no habria caminos cerrados. Dijo que podia traer la religión Umbanda, para armonisar a las familias y que estará vigente hasta el final de los tiempos.

Punto Cabocla Yurema

Contra Egun

Un Anti Eggun o Contra se compone de un trensado de Palhia da Costa-previamente imantado com baño de hiervas de cada Orisha del hijo que lo va a utilizar.-

Normalmente, es colocado en los brasos del medium durante la obligacion de su Orí.-
Es destinado a todos los hijos de santo para evitar perturbaciones o fuerzas negativas o contra la aproximacion de desencarnados o peturbadores,que estan por todas partes.
El medium lo puede utilisar en todo ritual,como asi tambien para ser "protegido"cuando entra a los cementerios ,hospitales,precidios,etc considerados como lugares cargados con fuerzas negativas,por sufrimientos ,enfermedades o muerte.

Seres Elementales ??

Los elementales son entidades espirituales, relativas a los elementos de la naturaleza, que se desempeñan de una forma muy importante, incluso esenciales, para la totalidad de la vida natural, ya que, a través de dichas entidades, se nos ofrece: hierbas, flores, frutas, oxígeno, agua y todo lo demás se llama encarnado Fuerzas de la Naturaleza.

Entidades que están generando, organizando y dirigiendo en la naturaleza, sus manifestaciones peculiares y trabaja dentro de la de una línea evolutiva diferente a los seres encarnados. Puede ser percibido por el ser humano en ciertos estados de conciencia.
Pertenecen al grupo de los espíritus que no han tenido ni tendrán, la vida material, de pie en una escala evolutiva , nos damos cuenta de la evolución de la vida y la forma de nuestro planeta. Por encima de los Elementales, Los más grande, son llamados ángeles y arcángeles, y amplía el rango, hasta llegar a los espíritus de los comandantes de la naturaleza, los orishas.
Los elementales están hechos de luz - o de un material tenue iluminación propia y su forma es en la presentación, similar a la humana. Las variaciones de la evolución de la conciencia y los derechos de cumplirse, produce cambios en el color y el brillo de interferir en su propio camino.
En tiempos de la germinación, crecimiento y desarrollo, la vitalidad y la actividad de estas entidades incrementan su contacto directo con el mundo físico, y ahí es cuando se hacen más visibles, bailar, jugar e incluso hasta cierto punto, imitar a los seres encarnados. Estos seres que bajan en la Umbanda como Sereias,generalmente bajan siempre despues que los medium trabajaron,para limpiar los terreiros.

El origen de los caboclos

Como sabemos los caboclos (indios mestizos)que llegan en la Umbanda tuvieron vida y pertenecieron a diferentes tribus que los identificaban y depende de su función dentro de esa tribu ocupaban lugares marcados en la escala jerárquicas de dichas tribus.

Ahora pasaremos a mencionar algunos caboclos, a donde pertenecen y en la línea que trabajan como espíritus de Umbanda.
Caboclo aguia branca =jefe de los pieles rojas, en la línea de Oxossi.
Cabocla iara = de origen tupí guaraní, en la línea de Yemanja.
Caboclo arariboia =de origen tupí, en la línea de oxoci.
Cabocla indaia =de origen tupí guaraní, en la linea de Yemanja
Caboclo araúna =de origen guaraní, en la línea de Oxossi.
Cabocla jupira =de origen tupí guarani, en la línea de Yemanja.
Caboclo grajaúna =de origen tamoio, en la línea de Oxossi.
Cabocla jandira =de origen tupí guaraní, en la línea de Yemanja.
Caboclo rompe mato = de origen guaycurú, en la línea de Oxala.
Cabocla jurema =de origen guaraní, en la línea de Oxala.
Caboclo itaraiací = de origen caraíba, en la línea de oriente.
Los Caboclos de Ogum

En su pasaje por la vida terrenal los caboclos de Ogum eran mestizos litorales del Brasil, en su gran mayoría pertenecían a las tribus tupinambás, dichos caboclos se alojaban en las costas para atacar a los colonizadores blancos, en pos de no ser atrapados como animales y proteger a las mujeres y los niños de las tribus.
Luego de haber derribado a algún enemigo tenían por costumbre quitarles prendas de vestir y accesorios como trofeos de guerra. Lo que es innegable es el contacto que tuvieron con africanos esclavos que cutuaban a Orixá Ogum en su tierra natal, en esto los caboclos sintieron afinidad pues ellos adoraban a una deidad que era considerado el dueño y protector de la guerra y sus combatientes, fue así como se transformaron en caboclos de Ogum.
En la Umbanda se manifiestan con el fin de guerrear contra espíritus opresores y enemigos terrenales no permitiendo que sus protegidos sean invadidos por el mal en todas sus manifestaciones.
Son el eje central de las ceremonias de Umbanda pues son los dueños de la gira de Umbanda y fiscalizadores de los trabajos espirituales.
Moradas de Ogum
Ogum malé =encrucijadas.
Ogum di ley=puertas de cuarteles o carceles.
Ogum matinata =campos abiertos.
Ogum narué =dentro y fuera del cementerio o en cercanías de pedreras.
Ogum 7 ondas= en la séptima ola de mar dentro del agua.
Ogum de ronda =encrusijadas cerca del terreiro o en la entrada de los montes.
Ogum flexeiro =adentrado en el monte espeso.
Ogum megé =encrucijadas cercanas al cementerio.
Ogum guerrero =en cerros pedregosos.
Ogum beira mar =en la orilla del mar en la playa.
Ogum iara= en los caminos que conducen a ríos y arroyos.
Ogum rompe mato = en el monte bajo un eucalipto.
Ogum cazador=en un monte donde haya fauna.
Ogum marinho =en pedreras de la playa.
Numero =7.
Colores: blanco, rojo, verde, azul en los casos de Ogum de playa, amarillo en casos de Ogum de río.
Bebidas votivas: cerveza blanca, cerveza rubia, vino blanco, aluá.
Comidas: costilla de vaca frita o asada en aceite de dendé, fariña, pipoca,etc.
Frutas: naranjas, membrillo, pomelos y frutas en todos sus géneros.
Día: jueves.
Saludo: Ogunhe patakoré Ogum.



Caboclos de Xangó

Dentro de cada una de las líneas de Umbanda que encontramos en nuestra diáspora sea en cualquiera de sus modalidades sea blanca, cruzada, kardecista, de oriente, de omoloko , esotérica y también en los candomblés de caboclos encontramos el culto a los caboclos de xangó.
Dichos espíritus son almas desencarnadas de indios mestizos del Brasil que conocieron parte de la cultura yòrùbá-nagó por los esclavos que fueran traídos del África. Entre esa cultura encontramos a Orixá xangó, rey de oyó, guerrero, conquistador, vencedor de batallas y guerras por territorios en tierras africanas. Lo cual a estos indios americanos les llamo la atención pues era un momento crudo para ellos por la colonización, los esclavos que escaparon de las garras de sus amos huyeron en la espesura de la selva para encontrarse con dichos indios y allí amigarse para sobrevivir y luchar por un enemigo en común, el hombre blanco. Ambos estos aceptaron sus culturas y creencias aplicándolas en sus vidas, tanto así que gran parte de estos indios rendían culto a este Orixá, hacían sus pedidos y plegarias para que no fueran invadidos por el diablo de los negros esclavos.
Con el tiempo xangó se había arraigado mucho a la cultura y creencias amerindias, formando parte de ella como algo autóctono de los propios indios, adoptándolo como una de sus principales deidades en lo que tenia que ver con sus creencias. Estos indios desencarnaron con su ferviente devoción a xangó y como ancestros pasaron a formar parte de las huestes ancestrales de estas comunidades indígenas con una doble cultura en su ser espiritual, la africana y la indígena. A partir de esto se conocieron dichos espíritus como caboclos de xangó, que fueron pasando por diferentes etapas del espiritismo afro-amerindio hasta manifestarse también dentro de la ley de Umbanda.
Ellos se manifiestan a través del trance mediunico representando su devoción y respeto a xangó, siendo representantes de el y sin perder la esencia de lo que verdaderamente son, caboclos.
Los caboclos de xangó trabajan y vibran bajo la contemplación de este Orixá, lo representan cumpliendo funciones dentro de la Umbanda muy similares a la de esta deidad yòrùbá como ser, vencedor de batallas espirituales, luchan para que sus médium no sean invadidos por espíritus del bajo astral, envidias, habladurías, intrigas, haciendo justicia y equilibrando la espiritualidad del ser humano en cualquiera de sus manifestaciones.
Si bien estas entidades representan a este Orixá por la devoción que ellos le tuvieron en vida, no están ligados directamente al Orixá africano ni ninguna de sus modalidades de culto actuales, siendo independientes dentro del espiritismo y tan solo representándolo como manera de recordarlo como defensor de las tribus de caboclos en el Brasil. Los caboclos de xangó se manifiestan de manera tosca y agresiva, muchas veces mas ermitaña que la de caboclos puros o sea los caboclos de mata virgen, son violentos en su danza, gira y desplazamiento por la cabanas de Umbanda pero son muy caritativos y enérgicos a la hora de trabajar astralmente, es una de las falanges mas primitivas de la Umbanda haciendo notarse esto en sus diferentes cualidades.
Sin embargo existen muchas contradicciones dentro de la ley para este caboclo como por ejemplo; dentro de un ritual no puede manifestarse caboclos de ogum para luego dar pasaje a la manifestación de los caboclos de xangó ni viceversa, por el debate que los Orixás africanos tuvieron por Orixá oiá de acuerdo a un itán africanista, los cual es erróneo porque estos caboclos representan a dichos Orixás pero no son parte de ellos. Otra contradicción muy frecuente es ofrecerle como agrado a este espíritu la misma clase de comida que se le ofrece al Orixá propiamente dicho. Lo cual también es incorrecto por que Orixá es Orixá y caboclo es caboclo y sus gustos alimenticios pueden ser similares pero no iguales. Y algunos conceptos mas que se escapan del real fundamento espiritista.
Tenemos entre algunas de sus manifestaciones a: xangó do raio, xangó das cachoeiras, xangó rompe nuvens, xangó das pedreiras, xangó 7 montanhas, xangó da pedra preta, xangó de lei, xangó dos trovoes, xangó alafim, xango agojó entre otros que componen la faja vibratoria de nombrada deidad.
Luego tenemos a caboclos de xangó conocidos como caboclos cruzados, que son aquellos que trabajan para mas de una faja vibratoria y representan a mas de un Orixá como ser: xangó da pedra branca, xangó de céu, xangó da pena branca, xangó do sol, entre otros que representan y trabajan bajo la faja de Orixá orixalá.
O sea trabajan dentro de la línea de xangó pero bajo la faja de orixalá y a estos se le llaman cruzados.
Luego tenemos otros que trabajan en la faja vibratoria de ogum como ser: xango das matas, xango da pena vermelha, etc.
Su día consagrado varia de acuerdo a la modalidad de Umbanda como ser martes y miércoles en otros casos.
Su color votivo es el marrón oscuro y el marrón con blanco para los cruzados.
Entre sus bebidas encontramos la cerveza negra, el café negro amargo, vino blanco para los cruzados con orixalá.
Sus comidas son variadas entre ellas todo tipo de frutas, y su conocido amalá que se prepara a base de legumbres como poroto tape, verduras como la cebolla y frutas.

Sus flores de agrado son el clavel blanco, el clavel rojo y la rosa amarilla.
Su numero es el 7 y sus múltiplos.
Su arma simbólica es el hacha de una hoja sola y la piedra de riachuelo.
Sus hiervas para diversos uso son quiebra piedra, quiebra lo todo, musgo de pedrera, levante, rompe piedra,salvia,etc.
Sus sincretismos también varían entre san jerónimo, san marcos de león, san judas Tadeo, etc.

Los Encantados

Las sereias son espíritus que llegan en la ley de Umbanda, los mismos nunca tuvieron encarnación, son seres naturales(encantados).regidas por Yemanja, Oxum y nana. De estos encantados sin dudas las mas antiguas son las ondinas, en fin todas vibran bajo la irradiación de Orixá Yemanja. Estos espíritus llegan a los terreiros para limpiarlos y depurarlos de todas las cargas negativas llevándoselas a las mismas al fondo del mar etéreo. Debemos destacar que estos espíritus no hablan, simplemente emiten un sonido como un canto. Las mismas también son solicitadas para la harmonización de hogares, familias y parejas.

Numero -8.
Día =viernes y sábado.
hiervas =lavanda, jazmín, rosas blancas.
Comidas =canjicas, arroz cocido con miel, y frutas diversas.

LA EXISTENCIA DE LA MEDICINA TRADICIONAL EN LAS CULTURAS AFROUMBANDISTAS


Desde el comienzo de las civilizaciones, la historia nos habla que dependiendo de las diferentes ideologías y políticas de la época, se han tratado múltiples doctrinas hombre y su mundo, acreditándose cada uno la verdad absoluta. Así, quedaron de un lado los cientistas y del otro lado los espiritistas. En los siglos XVIII y XIX aparecen los científicos, para quienes el hombre, racional, producto de la evolución animal, está sujeto solo a lo experimental y comprobable. Cabe entonces preguntarles que lugar ocupa el alma, base de todas las corrientes religiosas, eterna e indestructible, dentro de su razonamiento. Luego aparece la psicología, aceptándose entonces las enfermedades de la mente, para finalmente, en el siglo XX comenzar a hablar de las enfermedades psicosomáticas. A partir de este momento es que comienzan a hacerse sentir las voces en contra de las curas espirituales, argumentando, que solo desencadenaban estados sugestivos. Creemos que si bien, el hombre está gobernado por su mente en lo consciente, e inconsciente también se ha comprobado la existencia del alma poseedora de nuestra energía. Está sobradamente comprobado que todos los órganos del cuerpo irradian energía, lo que convierte al cuerpo humano en una gran pila generadora de un campo magnético, dando lugar a las prácticas bioenergéticas, que tratan el equilibrio de las energías de los diferentes órganos. Entonces podemos concluir que la mente se desarrolla con energía suministrada por el alma. Cabe ahora preguntarse, quien cura las disfunciones del alma, y aún más, quien cura las alteraciones de radiación entre el alma y el cosmos. El Cosmos se basa en el equilibrio de energías, tal es el caso del mismo átomo, que requiere del equilibrio entre protones y electrones. Este equilibrio energético es básico para nuestra salud, y la rotura del mismo producirá un gran desorden, que afectará la zona más delicada e incidirá principalmente sobre los estados de ánimo, generando malestar y desorden emocional, pudiendo llegar al extremo que, estando una energía negativa alojada durante mucho tiempo en un órgano, termine por alterar su normal funcionamiento y convirtiéndose en causal de enfermedades de diversa índole. No pretendemos dejar de lado a la ciencia, fuente del conocimiento, sino que solo pretendemos mostrar a que la misma es insuficiente, para dar explicación y remedio a todas las alteraciones psico-físicas que pudieren existir. Por este motivo nosotros, los afro-umbandistas, recurrimos a nuestras fuentes energéticas naturales, Los Orixás. Ellos son la fuerza de la naturaleza y nosotros, por ser parte de ella, somos sus centinelas. La Medicina Tradicional y no científica en América, tiene sus raíces en las tradiciones indígenas mezcladas con los conocimientos africanos y del pueblo portugués. El negro, en un ambiente hostil, esclavizado, lejos de su tierra, donde no conocía las raíces y las hojas tan necesarias para las curaciones, se vio en la necesidad de utilizar el conocimiento de los indígenas. Son esas mismas hierbas las que hoy utilizan nuestros Caboclos y Pretos Velhos en todos los terreiros de Umbanda para realizar sus sanaciones y los baños de descarga para alejar las negatividades. En las diferentes naciones africanas que integran nuestra cultura afro-umbandista, (yeyé, nagó, angola, etc.), encontramos un denominador común que es la fuente de esa energía, a la cual llamamos Ossaim. Las prácticas médicas en estas culturas populares derivan del supuesto que la dolencia era una entidad espiritual. Por eso, cuando vemos un médium incorporado o en trance hace lo que hacían sus ancestros, se basa en que los espíritus maléficos se posesionan de los hombres, causando enfermedades y dolencias en las partes más débiles de su cuerpo. La ayuda espiritual, mediante pases y ofrendas, reconstituye la energía perdida, expulsa al espíritu opresor, y logra la energización. Hablábamos de Ossaim, Orixá relacionado con las hierbas medicinales y responsable por lo tanto de la salud de la comunidad. Tiene su área de influencia en los bosques, donde trata que todo esté en condiciones para que las hierbas puedan liberar su AXÉ ,en los momentos en que estos poderes sean invocados por aquellos iniciados que conozcan sus secretos curativos, celosamente custodiados en los terreiros. Se lo conoce también como el Señor de las Plantas, que crecen libremente, ya que tradicionalmente a las plantas que se cultivan en los jardines, no se le reconoce el mismo valor de concentración y liberación de AXÉ. Las áreas consagradas a Ossaim, en el candomblé, no son los jardines cultivados de manera tradicional, sino que posee algunos escondrijos donde sólo pueden entrar los sacerdotes y donde las plantas crecen de manera libre y salvaje en su estado natural. Gracias a este dominio, Ossaim se convierte en una figura de extrema significación ya que prácticamente todos los rituales importantes utilizan la sangre de los vegetales. Según algunas leyendas, Ossaim era el dueño de todos los vegetales, lo que hacía que todos los demás Orixás dependieran de él en forma extrema. Fue así que IANSÁ liberó el viento (AFEFE) de sus dominios, haciendo volar todas las hojas que Ossaim guardaba. Cada Orixá recogió las suyas y esto democratizó en cierta forma el conocimiento de los vegetales. La cosecha de las hojas para diferentes rituales, no pueden ser realizadas en forma conjunta. Ante de tocar una hoja de la planta, el sacerdote debe colocar en el suelo objetos secretos del culto como ofrenda, lo que asegura el AXE de la hoja una vez separada de la planta y el suelo que la vitaliza. Esto constituye una garantía de que la hoja está «viva» y no seca. En síntesis, Ossaim es un Orixá tremendamente poderoso, pues tiene el saber que permite la realización de la mayoría de los rituales, demostrando con esto una característica del Panteón Africano: la independencia. Se torna pues necesario que un iniciado, mantenga buenas relaciones espirituales con Ossaim para poder realizar sus trabajos y obligaciones, como también con los demás Orixás. Si cada persona es reconocida por la suma de características y presencias energéticas de sus propios Orixás, eledá y adjunto también cambiará energías con otros axés que regularizan su relación con otras áreas del conocimiento. Ossaim tiene una aureola de misterio. Sus actividades no son de lucha, conquista ni caza. Es un conocimiento que se utiliza cuando es necesario: el uso ritual de las plantas como forma conductora en la búsqueda del equilibrio energético. Ossaim no forma parte del conjunto de leyendas de relaciones sexuales y familiares. Se presenta como un ser solitario, vagando por la floresta sin habitar un lugar especifico. En algunas historias es presentado con una sola pierna. En otras, quien aparece con una sola pierna y una pipa en la boca es Aroní, figura que surge como eventual compañero de jornadas en diversas leyendas. Así es que puede ser confundido con Omolú, Orixá de la dolencia. Para algunos Omolú es quien puede causar dolencias y Ossaim curarlas a través de sus hojas, Pero Omolú también tiene el poder de la curación... Para simplificar el entendimiento, se separó la dolencia para Omolú y lo ritual para Ossaim. Omolú es Orixá de origen Dahometano y Ossaim es la de la mitología nagó y su culto está radicado en la ciudad de IRAWO en Nigeria. Cuando los yorubás dominaron los pueblos de Benin, asimilaron su cultura y muchos de sus Orixás, entre los que se encontraba Omolú. Existe un terreno de dominio común a Ossaim y Omolú, que es la dolencia y la cura. Sin embargo, existe un área diferente en cuanto a la liturgia, lo que hace que ambas sobrevivan culturalmente.
En este punto, podemos comprender el porqué de la asociación de Ossaim como el Orixá de los médicos y farmacéuticos. Vimos hasta aquí todo lo relativo a nuestros Orixás, pero están también las hierbas medicinales utilizadas por nuestros Caboclos y Pretos Velhos, tan consultados por dolencias en los terreiros de Umbanda. Debemos destacar en primera instancia que en nuestra Umbanda, estas entidades trabajan en unión con los médicos, ya que siempre aconsejan su visita y trabajan complementando el tratamiento médico, aunque algunas veces, recurren a simpatías que resultan inexplicables. La diferencia con África, es que allá es prácticamente imposible la llegada de un médico universitario a las aldeas más alejadas, siendo ésta una razón que la OMS tuvo en cuenta para reconocer los médicos de aldea, como los únicos capaces de ayudar a la ciencia para preservar la salud humana en esas poblaciones, a lo cual se suma todo lo anteriormente comentado. No somos los sacerdotes de Umbanda simples curanderos, sino que somos médiums, materia usada por nuestros guías para ayudar con consejos prácticos, a aliviar el sufrimiento. Precisamente fue de nuestros Caboclos y Pretos Velhos que sobrevino el uso de la pulsera de cobre para la artritis (recomendada por los Pretos Velhos). La Cabocla Yupira mandó para el asma ir al río, tomar el primer pez que pasara, salivar dentro y devolverlo al río. Repetir este procedimiento durante tres viernes santos corridos y después no comer pescado nunca más. Otras recetas de nuestros Pretos Velhos muy utilizadas, son el guaco para la tos y el jarabe preparado con rodajas de cebolla y azúcar. Dentro de las simpatías tenemos la culebrilla y las saladuras, que se alivian con una oración y unas tijeras. Si nosotros, los afro-umbandistas sostenemos que los espíritus de los Caboclos y Pretos Velhos conocen los secretos de la medicina de las plantas, debemos observar que los animales no recurren a otro método para aliviar sus dolores e indigestiones. Esto lo vemos en los perros, los gatos y las aves de corral. Porqué entonces el indígena, observador atento de la naturaleza que lo rodeaba, no iba a tomar debida nota del significado de las plantas??? Los afro-umbandistas, a través de nuestros guías, aprendemos desde los comienzos a querer y respetar la naturaleza, pues entendemos que de ella venimos y somos sus hijos más evolucionados. Felizmente esta realidad está siendo comprendida cada vez por más personas, lo que sobrevino el uso de la pulsera de cobre para la artritis (recomenda por los Pretos Velhos).La Cabocla Yupira mandó para el asma ir al río,tomar el primer pez que pasara,salivar dentro y devolverlo al río.Repetir este procedimiento durante tres viernes snatos corridos y despúes no comer pescado nunca más.Otra receta de nuestros Pretos Velhos muy utilizadas, son el guaco para la tos y el jarabe preparado con rodajas de cebolla y azúcar.Dentro de las simpatías tenemos la culebrilla y las saladuras,que se alivian con una oración y unas tijeras.Si nosotros los afro-umbandistas sostenemos que los espíritus de los Caboclos y Pretos Velhos conocen los secretos de la medicina de las plantas, debemos observar que los animales no recurren a otro método para aliviar sus dolores e indigestiones. Esto lo vemos en los perros, los gatos y las aves de corral.Porqué entonces el indígenas, observador atento de la naturaleza que lo rodeaba, no iba a tomar debida nota del significado de las plantas???.Los afro-umbandistas, a través de nuestros guías, aprendemos desde los comienzos a querer y respectar la naturaleza, pues entendemos que de ella venimos y somos sus hijos más evolucionados. Felizmente esta realidad está siendo comprendida cada vez más por más personas lo que ve reflejado en una preocupación creciente por el cuidado y la conservación del medio ambiente. Lo que presentaremos a continuación, es una lista de las plantas más comúnmente utilizadas por nuestros ancestros.

ALOE Es la planta de mayores poderes curativos. Se utiliza en todos los problemas de piel y tratamiento de cosmetología.
ANACAHUITA Recomendada para el catarro en tisanas con miel.
APIO Gran curador de dolores reumáticos en baños de la cintura para abajo.
AJENJO Abre el apetito y beneficia al hígado.
ANIS Estimulante de origen africano.
ARRAYAN Para lavar heridas y en compresas de hojas sobre quemaduras
AJO Muchas propiedades se le adjudican. Regulador de la presión, digestivo. Contra las lombrices y, además, una ristra detrás de la puerta o encima con una cinta roja para alejar energías negativas.
AMAPOLA Adormece y calma. Muy usada en dolores de muela.
BARDANA Sus hojas ayudan sobre las úlceras varicosas.
BARBA DE CHOCLO Diurético y depurador del estómago.
MBURUCUYÁ Calmante de los nervios al igual que el tilo.
CALAGUALA Muy recomendado contra el ácido úrico.
CEDRÓN Para el corazón. Excelente con tilo y lechuga para estados depresivos.
CINA-CINA Para bajar la fiebre.
CEBOLLA Se recomienda como diurética en enfermedades de los riñones. Las rodajas de cebolla con azúcar dejadas de un día para otro son excelentes Jarabe para la tos.
CARQUEJA Digestivo, muy bueno para hígado y vesícula.
EUCALIPTUS Excelente aspirar sus vapores para calmar la tos, catarros y pulmonías.
LAUREL En té calma los nervios.
LLANTEN Muy bueno para gastritis y úlceras.
MALVA Para inflamaciones y tumores en cataplasmas y para el dolor de muela.
MANRRUBIO Depurativo de hígado, riñones y vejiga.
MEONA O HIERBA DE LA PIEDRA Para las vías urinarias y eliminar piedras en los riñones
MEMBRILLO Para cortar diarreas y sus ramas para ahuyentar malos espíritus.
NOGAL El agua de nogal (té de hojas) para lavar vagina y uretra y para los diabéticos.
OMBÚ Purgante poco recomendado por los dolores que causa.
PATA DE VACA Para lavar heridas y calmante estomacal
RUDA Múltiples aplicaciones: Con miel y caña para bebida de los Pretos Velhos.
Para baños de descarga: Una ramita debajo de la funda del bebé para dormir.
Como tisana para el corazón. Siete sangrías para afinar la sangre.
TILO Quién no conoce este sedante natural???

Estas son sólo algunas de las más usadas en nuestros terreiros, ya que su lista es’ infinita como también lo es el número de entidades que llegan a nosotros bajo el comando de los Orixás. Aún hoy, terminando el siglo XX, la naturaleza continúa sorprendiéndonos. Lo altamente conocido y descubierto por la ciencia debe ser cuidado. Como religiosos creemos que todos los secretos para preservar la vida humana están en el conocimiento de la naturaleza. Y siguiendo las enseñanzas de nuestros guías preservemos nuestra salud, mantengamos nuestros rituales en el monte, al aire libre, al sol, con baños de mar donde está la fuente de nuestras energías. En el año 1978 el Director ejecutivo de UNICEF, Henry Labouisse en el congreso internacional sobre asistencia médica en el tercer mundo comenzó destacando la necesidad actual de una medicina primaria en la que se potencien:
1. La leche materna, antes que alimentos infantiles en polvo.
2. Agua limpia antes de los antibióticos.
3. Hiervas curativas antes que la última especialidad farmacéutica.
4. Alimentos naturales antes que píldoras vitamínicas.
5. Salud para las zonas rurales, antes que hospitales en barrios residenciales.
6. Y sanadores tradicionales antes que tantos especialistas de la medicina occidental.
A manera de ejemplo vamos a citar dos o tres hierbas de cada Orixá usadas en obligaciones de cabeza, defumaciones y baños de descarga.



Puntos de la cabocla Jupira:

" Estava Em Festa...
Toda Floresta Estava Em Festa
Porque Cantou O Uirapuru!
No Seu Cantar Ele Veio Anunciar
Pois A Cabocla Jupira Vai Baixar!
Na Terra De Pai Olorum Ela Vai Baixar Pra Nos Ajudar!
Ela Vai Salvar A Sua Banda, A Sua Gira!
Saravá, Pai Olorum Saravá!
Acaba De Chegar Linda Cabocla Menina!
Mas Ela Tem A Beleza Que Encanta!
O Olhar De Uma Santa
Que Nos Encanta!
Jupira, Linda Cabocla Menina!
É Portadora De Uma Mensagem Divina:
Ela É, Ela É, Ela É
A Menina Dos Olhos Do Cacique Aimoré!"



" Jupira é uma cabocla tão linda..
quando vem da mata
ela vem sorrindo..
Saravá pemba, Saravá nosso Congá,
Saravá Mamãe Oxum e também Pai Oxalá!"